Tecnologia

Mark Zuckerberg comenta o fim dos websites

No mês passado, a revista Wired Magazine iniciou um furioso debate com o seguinte título: “Os websites estão Morrendo. Longa Vida a Internet”. O ponto crucial do argumento é o fato de que as pessoas estão passando menos tempo navegando na internet da maneira clássica (browser + Sites) e ficando cada vez mais tempo em aplicativos somente abastecidos pela internet.

Papelaria e gestão ambiental

Todas as empresas querem mostrar que tem algum grau de responsabilidade ambiental, mas o que eu vejo por aí são só três idéias desastradas de gente querendo entrar na eco-onda do momento:

Mudar a papelaria para papel reclicado.

Jogar fora uma papelaria estocada, bem impressa e trabalhada para imprimir novamente em papel reciclado só faz bem ao ego do empresário e as relações públicas.

O futuro da notícia paga

Como um jornal ganha dinheiro?

O lucro de um jornal não está ligado ao preço dos seus exemplares, o esgotamento de uma tiragem é a prova de que (provavelmente) ele está sendo lido por um grande número de pessoas, com muitos leitores mais anunciantes querem espaço nas páginas, gerando mais receita para o jornal.

Seu preço serve principalmente para selecionar a classe social do leitor, agregar valor ao produto e pagar ao varejista. Prova disso é que encontramos vários jornais gratuitos, mas é impossível encontrar jornais sem anúncios.

Design, cultura e tecnologia

Para entender a dinâmica existente entre design, cultura e tecnologia é necessário compreender primeiro a linguagem, por ela o espaço é construído e as informações são visualizadas, toda a forma de comunicação se baseia em algum tipo de linguagem para poder existir.

Novas tecnologias surgem para suprir demandas da sociedade, elas chegam a público de forma bruta e com o tempo são refinadas pelo design, nesse processo de refinamento surgem novas linguagens e tecnologias, gerando novas demandas.

Fiz uma conta no Twitter

O Twitter simula uma feira, mas no lugar de gente oferecendo legumes, frutas e verduras, temos pequenas amostras de conhecimento, cada um escreve o que está pensando ou fazendo.

Ele mostra como o ego da maioria das pessoas é inflado de forma inversamente proporcional ao tamanho do seu conhecimento, os posts mais interessantes do Twitter são daquelas pessoas que postam menos, eu não quero saber se Fulaninho comprou um casaco de veludo amarelo ou se Beltraninha acordou com uma espinha na orelha.

Plugins do Firefox para designers

Segue a lista de alguns plugins indispensáveis para o designer na execução dos seus trabalhos:

Web Developer

Oferece réguas, zoom, desabilita imagens, javascripts e css´s de forma rápida e intuitiva alem de várias outras funções extremamente úteis direto no browser.

Firebug

Te permite fazer alterações no código do site quando está no ar e conferi-las em tempo real.

O Browsershots e as métricas

O Browsershots presta um serviço muito interessante, ele acessa seu site de vários browsers, tira screenshots das telas e deixa disponível para você.

Seria perfeito se fosse mais bem feito, mas vale a pena dar uma conferida.

Só tem um grande problema, ele distorce totalmente as métricas do Google Analytics na página que você aplicar o serviço.

Ela vai ter um pico de 45 visitantes únicos (dependendo da quantidade de browsers) de um dia para o outro.

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Versões

Escutei de um amigo que a tecnologia evoluía em P.A, mas com a chegada da internet passou a se desenvolver em PG, para comprovar a teoria ele cita as evoluções tecnológicas das décadas de 70, 80, 90 até os dias de hoje.

Mesmo com essa espantosa velocidade de evolução, empresas continuam nomeando e lançando versões como na década de 90, já temos CS4, X4, Vista e etc...

A própria rede participa desse modismo:

“web 2.0”?! Em 10 anos ela estará em qual versão? CS35?