Ao desenvolver ou escolher ícones para um projeto, temos que entender a fundo duas coisas muitos importantes:
Pictogramas representam objetos ou ações simples do nosso cotidiano, um exemplo típico de pictograma são os famosos “bonequinhos de banheiro”, suas formas extremamente simplificadas significam exatamente o que elas são.

Os ideogramas estão mais próximos da escrita, temos imagens que se traduzem em idéias e seu significado já está mais distante dos elementos gráficos utilizados, as vezes os ideogramas são a junção e simplificação de vários pictogramas.

A possibilidade de um pictograma ser entendido e aceito é infinitamente maior do que os ideogramas, por terem o significado e a forma mais simples não estão tão atrelados a peculiaridades sociais a culturais para funcionar.
Ícones são um meio de comunicação poderoso, mas para que funcionem bem precisam ter concisão e significado, então segue algumas regras que podem ajudar no processo de desenvolvimento dos ícones:
Eliminar elementos que contradigam ou que agreguem significados adicionais não necessários é vital para otimizar a comunicação.
Destacar as partes do ícone que tenham importância em sua significação é tão importante quanto eliminar partes supérfluas.
É preciso cuidado redobrado para não utilizar ícones parecidos para significados diferentes.
A cor que se atribui a um ícone é tão importante quanto seu significado.
A capacidade de memorização é inversamente proporcional a quantidade de ícones que aparecem no mesmo espaço.
Ícones fora de contexto não funcionam.
Projetar interfaces é criar interação, é sinalizar informação, um bom sistema de ícones pode mudar radicalmente a experiência do usuário enquanto navega, é peça fundamental para a obtenção da imersão do usuário no conteúdo.
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